?Seguro rural ? a ?nica solu??o para a crise h?drica?, afirma diretor da SNA
1 de setembro de 2020
Em ?poca de estiagem e altas temperaturas no Brasil, a melhor ferramenta para a gest?o agr?cola ? o seguro rural. A afirma??o ? do diretor da Sociedade Nacional de Agricultura, Helio Sirimarco.
Para ele, o seguro contratado ? ao contr?rio do que se verifica hoje ? precisa oferecer uma boa rela??o custo/benef?cio. ?Nos Estados Unidos, o produtor tem a garantia de cobertura em at? 90%, e em alguns casos, em at? 100%. Ora, por que n?o copiamos, com as devidas adapta??es, um modelo que j? deu certo l? fora??, questiona Sirimarco, citando que a contrata??o de seguro em Goi?s, por exemplo, abrange 825 mil hectares, o que representa apenas 14% da ?rea total do estado.
Em recente declara??o ? imprensa, o presidente da Federa??o de Agricultura e Pecu?ria de Goi?s (FAEG), Jos? M?rio Schreiner, reconheceu que o atual seguro ainda n?o atende de forma adequada o produtor e tamb?m defendeu a ado??o do modelo americano.
SAFRA IRREGULAR
Opini?es ? parte, o certo ? que, devido ao comportamento do clima, a tend?ncia para este ano ser? de uma safra irregular.
?Apesar da ocorr?ncia de chuvas nos ?ltimos dias, os volumes foram insuficientes para normalizar a umidade do solo em pontos do Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, e os preju?zos j? come?am a ser contabilizados?, afirma o diretor da SNA.
Segundo ele, partes do norte de Mato Grosso receberam menos da metade do volume normal de chuvas em janeiro, em contraste ?s chuvas acima da m?dia no Rio Grande do Sul. J? a seca em Goi?s, um dos principais produtores de gr?os do Brasil, pode quebrar a safra em at? 15%, trazendo perdas de R$ 1.2 bilh?o, segundo informa??o da FAEG.
A proje??o mais recente do Minist?rio da Agricultura, que ainda n?o leva em conta os efeitos da seca de janeiro no Sudeste e no Centro-Oeste do Brasil, aponta para uma produ??o de 9.9 milh?es de toneladas de soja em Goi?s na atual temporada ? um aumento de 10% em rela??o a 2013/14.
PREVIS?ES
E o que podemos esperar em curto prazo? Considerando a an?lise de metereologistas, Helio Sirimarco concorda que as chuvas previstas para as pr?ximas duas semanas devem ajudar a aliviar o estresse h?drico nos cintur?es de caf?, cana-de-a??car e gr?os do Brasil, que t?m sofrido com o tempo seco e quente.
No entanto, as previs?es mostram que os dois maiores estados produtores de caf?, Minas Gerais e Esp?rito Santo, enfrentam grandes d?ficits h?dricos neste final de janeiro, que ? normalmente o m?s mais chuvoso do ano para o Sudeste.
Ainda assim, as principais regi?es de caf? e cana foram mais favorecidas pelas chuvas das ?ltimas semanas do que em janeiro de 2014, quando uma seca muito mais intensa levou a uma forte redu??o de produtividades na safra passada.
Fonte: Agrolink
Para ele, o seguro contratado ? ao contr?rio do que se verifica hoje ? precisa oferecer uma boa rela??o custo/benef?cio. ?Nos Estados Unidos, o produtor tem a garantia de cobertura em at? 90%, e em alguns casos, em at? 100%. Ora, por que n?o copiamos, com as devidas adapta??es, um modelo que j? deu certo l? fora??, questiona Sirimarco, citando que a contrata??o de seguro em Goi?s, por exemplo, abrange 825 mil hectares, o que representa apenas 14% da ?rea total do estado.
Em recente declara??o ? imprensa, o presidente da Federa??o de Agricultura e Pecu?ria de Goi?s (FAEG), Jos? M?rio Schreiner, reconheceu que o atual seguro ainda n?o atende de forma adequada o produtor e tamb?m defendeu a ado??o do modelo americano.
SAFRA IRREGULAR
Opini?es ? parte, o certo ? que, devido ao comportamento do clima, a tend?ncia para este ano ser? de uma safra irregular.
?Apesar da ocorr?ncia de chuvas nos ?ltimos dias, os volumes foram insuficientes para normalizar a umidade do solo em pontos do Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, e os preju?zos j? come?am a ser contabilizados?, afirma o diretor da SNA.
Segundo ele, partes do norte de Mato Grosso receberam menos da metade do volume normal de chuvas em janeiro, em contraste ?s chuvas acima da m?dia no Rio Grande do Sul. J? a seca em Goi?s, um dos principais produtores de gr?os do Brasil, pode quebrar a safra em at? 15%, trazendo perdas de R$ 1.2 bilh?o, segundo informa??o da FAEG.
A proje??o mais recente do Minist?rio da Agricultura, que ainda n?o leva em conta os efeitos da seca de janeiro no Sudeste e no Centro-Oeste do Brasil, aponta para uma produ??o de 9.9 milh?es de toneladas de soja em Goi?s na atual temporada ? um aumento de 10% em rela??o a 2013/14.
PREVIS?ES
E o que podemos esperar em curto prazo? Considerando a an?lise de metereologistas, Helio Sirimarco concorda que as chuvas previstas para as pr?ximas duas semanas devem ajudar a aliviar o estresse h?drico nos cintur?es de caf?, cana-de-a??car e gr?os do Brasil, que t?m sofrido com o tempo seco e quente.
No entanto, as previs?es mostram que os dois maiores estados produtores de caf?, Minas Gerais e Esp?rito Santo, enfrentam grandes d?ficits h?dricos neste final de janeiro, que ? normalmente o m?s mais chuvoso do ano para o Sudeste.
Ainda assim, as principais regi?es de caf? e cana foram mais favorecidas pelas chuvas das ?ltimas semanas do que em janeiro de 2014, quando uma seca muito mais intensa levou a uma forte redu??o de produtividades na safra passada.
Fonte: Agrolink