Unidade demonstrativa estuda Palma Forrageira em Mucurici
1 de setembro de 2020
O distrito de Itabaiana, no munic?pio de Mucurici, ganhou uma unidade demonstrativa de Palma Forrageira. A novidade ? fruto de mais uma a??o integrada entre os escrit?rios locais do Incaper de Mucurici e Ponto Belo. O objetivo do espa?o ? buscar a melhoria e alternativas de plantas que forne?am uma grande capacidade de suporte forrageiro e que sejam tolerantes aos longos per?odos de estiagem para os produtores da regi?o.
Segundo o extensionista do Incaper Felipe Neves um dos objetivos da implanta??o da unidade demonstrativa ? divulgar as potencialidades da forragem para a regi?o. ?L? ? poss?vel mostrar os cuidados na retirada dos clad?dios ou raquetes, o preparo do solo, as t?cnicas de plantio e aduba??o tanto para a palma gigante como para a mi?da, a produtividade das duas variedades e de demonstra??o dos sistemas de plantios adensado e convencional?, contou. Felipe acrescentou que, em um segundo momento, ? feita a avalia??o desses materiais (em laborat?rio) buscando informa??es sobre os teores de mat?ria seca, prote?na bruta e os teores de fibra para as duas variedades plantadas.
A palma forrageira ? uma planta com caracter?sticas de alta toler?ncia ? seca, devido tanto ? sua fisiologia como a sua estrutura morfol?gica, adaptados de forma especial quanto a absor??o, aproveitamento e perda de ?gua em ambientes de condi??es adversas, suportando longos per?odos de escassez h?drica, per?odos esses bastante caracter?sticos na maioria dos munic?pios do Norte do Esp?rito Santo, principalmente ao longo dos ?ltimos anos.
As esp?cies cultivadas, tanto do g?nero Opuntia (palma gigante ou azeda) como a Nopalea (palma mi?da ou doce), s?o forrageiras muito utilizadas como alternativa ou suplementa??o alimentar animal em regi?es semi?ridas no Brasil, principalmente no semi?rido nordestino, como em outros pa?ses no continente americano, africano e asi?tico, para a alimenta??o animal ou humana. A Organiza??o das Na??es Unidas para Agricultura e Alimenta??o (FAO) reconhece o potencial da palma e a sua import?ncia no desenvolvimento das regi?es ?ridas e semi?ridas do mundo por meio da explora??o das v?rias esp?cies existentes.
Bovinos, caprinos, ovinos, su?nos e seres humanos se alimentam desta forrageira estrat?gica e de seus frutos. A palma forrageira apresenta ainda alternativas econ?micas, al?m da alimenta??o humana e dos animais, como a da produ??o de medicamentos, mat?ria prima para cosm?ticos, cerca viva, paisagismo, conserva??o e recupera??o de solos.
De acordo com o extensionista e chefe do escrit?rio local do Incaper em Ponto Belo, Adriano Sp?nola, frequentemente s?o encontrados diversos plantios de palma forrageira nos munic?pios do Norte do Estado e mais precisamente naqueles na divisa com Minas Gerais, que s?o plantios caracterizados por baixas produtividades, baixo n?mero de plantas por ?rea em raz?o da utiliza??o de maior espa?amento, condu??o errada dos palmais e do fornecimento da palma para os rebanhos.
?Dessa forma buscamos, atrav?s da tecnologia do cultivo intensivo da palma (TCIP), orientar os produtores rurais quanto ? ado??o de tecnologias que possam proporcionar a produtividade em valores acima de 700 toneladas por hectare ao ano, de mat?ria verde, que ? um n?mero bastante expressivo e que corresponde a v?rias vezes a produtividade da maioria das esp?cies forrageiras utilizadas nessa regi?o?, completou Adriano.
Fonte: Incaper
Segundo o extensionista do Incaper Felipe Neves um dos objetivos da implanta??o da unidade demonstrativa ? divulgar as potencialidades da forragem para a regi?o. ?L? ? poss?vel mostrar os cuidados na retirada dos clad?dios ou raquetes, o preparo do solo, as t?cnicas de plantio e aduba??o tanto para a palma gigante como para a mi?da, a produtividade das duas variedades e de demonstra??o dos sistemas de plantios adensado e convencional?, contou. Felipe acrescentou que, em um segundo momento, ? feita a avalia??o desses materiais (em laborat?rio) buscando informa??es sobre os teores de mat?ria seca, prote?na bruta e os teores de fibra para as duas variedades plantadas.
A palma forrageira ? uma planta com caracter?sticas de alta toler?ncia ? seca, devido tanto ? sua fisiologia como a sua estrutura morfol?gica, adaptados de forma especial quanto a absor??o, aproveitamento e perda de ?gua em ambientes de condi??es adversas, suportando longos per?odos de escassez h?drica, per?odos esses bastante caracter?sticos na maioria dos munic?pios do Norte do Esp?rito Santo, principalmente ao longo dos ?ltimos anos.
As esp?cies cultivadas, tanto do g?nero Opuntia (palma gigante ou azeda) como a Nopalea (palma mi?da ou doce), s?o forrageiras muito utilizadas como alternativa ou suplementa??o alimentar animal em regi?es semi?ridas no Brasil, principalmente no semi?rido nordestino, como em outros pa?ses no continente americano, africano e asi?tico, para a alimenta??o animal ou humana. A Organiza??o das Na??es Unidas para Agricultura e Alimenta??o (FAO) reconhece o potencial da palma e a sua import?ncia no desenvolvimento das regi?es ?ridas e semi?ridas do mundo por meio da explora??o das v?rias esp?cies existentes.
Bovinos, caprinos, ovinos, su?nos e seres humanos se alimentam desta forrageira estrat?gica e de seus frutos. A palma forrageira apresenta ainda alternativas econ?micas, al?m da alimenta??o humana e dos animais, como a da produ??o de medicamentos, mat?ria prima para cosm?ticos, cerca viva, paisagismo, conserva??o e recupera??o de solos.
De acordo com o extensionista e chefe do escrit?rio local do Incaper em Ponto Belo, Adriano Sp?nola, frequentemente s?o encontrados diversos plantios de palma forrageira nos munic?pios do Norte do Estado e mais precisamente naqueles na divisa com Minas Gerais, que s?o plantios caracterizados por baixas produtividades, baixo n?mero de plantas por ?rea em raz?o da utiliza??o de maior espa?amento, condu??o errada dos palmais e do fornecimento da palma para os rebanhos.
?Dessa forma buscamos, atrav?s da tecnologia do cultivo intensivo da palma (TCIP), orientar os produtores rurais quanto ? ado??o de tecnologias que possam proporcionar a produtividade em valores acima de 700 toneladas por hectare ao ano, de mat?ria verde, que ? um n?mero bastante expressivo e que corresponde a v?rias vezes a produtividade da maioria das esp?cies forrageiras utilizadas nessa regi?o?, completou Adriano.
Fonte: Incaper